Acompanhando o avanço do desemprego no Brasil, a situação de quem perdeu o emprego e passa a depender do seguro desemprego também fica mais complicada. O benefício tem duração máxima de 5 meses e, no mês de maio, cerca de 540 mil pessoas receberam a última parcela. No ano de 2016, o número de pessoas as quais receberam o benefício já foi 8% superior ao mesmo período de 2015, de acordo com o Ministério do Trabalho.
Com o momento econômico, vagas estão sendo congeladas ou eliminadas, o que faz com que a busca por uma recolocação rápida seja cada vez mais difícil. Em abril de 2016, pelo décimo terceiro mês consecutivo, o mercado formal encerrou 62.844 vagas.
Segundo especialistas em RH, profissionais ficarem, em média, 6 meses desempregados é considerado normal. Em tempos de vacas gordas, porém, o fato pode se dar pela rotatividade normal dos mercados, na busca pelos profissionais mais qualificados. Porém na crise, vira uma questão de necessidade.
O seguro com valor máximo é de R$ 1.542,00, valor usado normalmente para as despesas básicas. Para solicitar o benefício, o profissional precisa recorrer às unidades da Caixa Federal credenciadas ou na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE) para obter maiores informações.
fonte: Folha de São Paulo